sábado, 17 de agosto de 2013

Abrir o Céu e ver.... abençoem nos





Deuses da poesia
 Permitam que quando o sol surgir
Seja a nos revelado um mundo extraordinário
Que não nos falte sensibilidade para percebe-lo
Que nossos dedos sejam ágeis no tecer nosso oficio
Que nossas almas sejam as inquietas buscadoras
Do que é belo  e sutil  no trivial brutal da rotina
Que não nos falte o pão da inspiração
Nem a alma sincera  transbordante
Que cada linha seja uma prova de dedicação
Que cada inspiração  revele um pouco de nossa essência
Que sejamos fieis ao que criamos
Que sejamos engolfados de amor pela arte
 Sem nunca perder o tino enlouqueçamos  embriagados de palavras
Lavremos nosso ato de amor
Poetizando as folhas que caem  e as que brotam
 Dançando a luz da lua e mergulhando em sois infinitos
Estaremos perdidos  e achados  na luz da poesia
  Desde que estejamos de mãos dadas
Nada será mau nem impuro
 A arte nos abençoa  e a tudo perdoa
Graças a ti senhores e senhoras pela  empatia
Abençoa  leitores vorazes  com um ponto
Ou uma virgula para repor o folego
 E ao final  com reticencias para mais uma dose.

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