Deuses da poesia
Permitam que quando o
sol surgir
Seja a nos revelado um mundo extraordinário
Que não nos falte sensibilidade para percebe-lo
Que nossos dedos sejam ágeis no tecer nosso oficio
Que nossas almas sejam as inquietas buscadoras
Do que é belo e
sutil no trivial brutal da rotina
Que não nos falte o pão da inspiração
Nem a alma sincera
transbordante
Que cada linha seja uma prova de dedicação
Que cada inspiração
revele um pouco de nossa essência
Que sejamos fieis ao que criamos
Que sejamos engolfados de amor pela arte
Sem nunca perder o
tino enlouqueçamos embriagados de
palavras
Lavremos nosso ato de amor
Poetizando as folhas que caem e as que brotam
Dançando a luz da lua
e mergulhando em sois infinitos
Estaremos perdidos e
achados na luz da poesia
Desde que estejamos de mãos dadas
Nada será mau nem impuro
A arte nos
abençoa e a tudo perdoa
Graças a ti senhores e senhoras pela empatia
Abençoa leitores
vorazes com um ponto
Ou uma virgula para repor o folego
E ao final com reticencias para mais uma dose.

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