sexta-feira, 14 de agosto de 2020

 


Meu canto era um conto

De mil fios

Era cono uma toiceira de ideias

Eu era um novelo de mim

Era pureza e essencia

Era de uma linearidade honesta

Sou o que sou

Entre sorrisos esquecendo o que não sou

Meu nome era um canto em um conto

Era pesar e cantar

E esperar o curso das águas se derramar

Eu sou as águas que me negaram

Derramo escoando o sentimento ausente

Eu transbordo por ser oque sou

E não negarei minha essencia

Entre descontentes eu canto sem pesar


Carol Dias

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