Eu, brutalizada pela rotina
Assombrada por pensamentos fantasmas
Ideias fixadas no que nunca existiu
Eu, sustentada em poesia
Cotidianamente mutilada
Respiro calma e profundamente
Mergulho em minha consciência
Mergulho em mim mesma
Sem medos , sem ansiedade
Vou descortinando me para mim mesma
Eu , brutalizada pelo comum
Impregnada da violência habitual
Silencio me e
desperto
Transpirando poesia
salvo minha alma
Da estranha deglutição do mundo

eu terei de ler mais algumas vezes porque é instigador e visceral... e contrastante por te conhecer...rs..rs..
ResponderExcluirtanto esse como o resto do blog estão abertos a leitura,degustação... conversamos pessoalmente sobre eles depois grata pela visita
Excluir