quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Estranha deglutição do mundo


Eu, brutalizada pela rotina
Assombrada por pensamentos fantasmas
Ideias fixadas no que nunca existiu
Eu, sustentada em poesia
Cotidianamente mutilada
Respiro  calma e profundamente
Mergulho em minha consciência
Mergulho em mim mesma
Sem medos , sem ansiedade
Vou descortinando me para mim mesma
Eu , brutalizada pelo comum
Impregnada da violência habitual
Silencio me  e desperto
Transpirando poesia  salvo minha alma
Da estranha deglutição do mundo


2 comentários:

  1. eu terei de ler mais algumas vezes porque é instigador e visceral... e contrastante por te conhecer...rs..rs..

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    1. tanto esse como o resto do blog estão abertos a leitura,degustação... conversamos pessoalmente sobre eles depois grata pela visita

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