quarta-feira, 8 de abril de 2015
auto retrato de quem se viu entre estrelas
Acreditei que entre meus cabelos
Haviam as cinzas do ontem
Mas que loucura
Em minha cabeça haviam nuvens
Meus olhos vislumbravam o caminho
Meu nariz impregnado do perfume
Das flores que fores outro instante
Minhas orelhas penduricalhos de cristal
Auscultando os sons uterinos do mundo
Minha boca um oceano de sorrisos
Cravejada em suas bordas macias
Por irretocáveis perolas
Minha sacralidade diz-me cantando
que essa cabeça é estrada onde malandro não passeia
e meu coração tem a maresia das ondas do mar no fim do dia
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ResponderExcluirApurando os sentidos da alma .sintetizando a agonia do mundo e abrindo caminhos para novas sensações. Procurando acalmar os sentidos para melhor entende-los
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