quarta-feira, 7 de maio de 2014

Entre Carlas , Ludmilas e Joanas

Sigo partejando versos
Encontrando na alma calma
Sons que reverberam 
Meu eu de outrora
Mãos auxiliadoras dos partos das mulheres
Conhecimentos adormecidos , latentes
É chegado o tempo de despir as cascas
E  sermos novamente
As mulheres que amam  a naturalidade do ser
Que existem sem fazer força
Que são  aquilo que tem que ser
Partejo versos que acordem as femeas mulheres
Atenta ao fluxo sobrenatural de ser mais que um simples ser
Mulher és força motriz  do mundo
tua nudez um dia foi altar de fé
Hoje é novamente dia de luz
De dentro de sua sacra concha
Resplandece a vida que brota de ti
De seus seios fartos  derrama o alimento
O seu suor bendito
Guarda  parte do néctar celestial
Partejo versos que simplesmente
Despertem em mulheres simples
A sacralidade negada ao seu ser
E estendo as minhas mãos
Para também partejar 

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