sexta-feira, 11 de outubro de 2013

infinito relativo

Absurdas relatividades
 Comparando eu e você
Estrelas de múltiplas grandezas
 E eu perdida a comparar estrelas
 A comparar amores, a comparar...

 Absurdas absurdidades
O sentido me falta agora
 A razão não encontra métricas
Não reconhece os necessários sentidos
Nossas escandalosas diferenças
Olhos , bocas  e maneiras  de ser humano
 Comparando nossas cores, nossos sabores
Nenhum sentido se faz  em  comparar 
Nossas escondidas  essências
Nossas  esquecidas  adolescências
Nossas mais tenras infâncias
Nossas idiotas implicâncias
 A verdade que é  somos só e somente só
Diferentes  cada um com seu charme
Cada um com seu  dharma
 Cada um com sua calma e jeito louco de se ser

Relativamente  não se pode comparar 
as curvas de um prego com a do infinito

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